NADO DE COSTAS
Análise Técnica
A pernada é o grande segredo de um nado Costas bem executado. Uma pernada forte significa um melhor posicionamento horizontal, mantendo o corpo flutuando na linha da água, diminuindo a resistência frontal. As pernas executam movimentos alternados e diferenciados, partindo da articulação coxo-femural, como no Crawl, porém, muda o rítmo ativo e passivo. No ativo, o movimento da perna é de baixo para cima, levemente flexionada, com o pé voltado para dentro, até atingir o linha da água. Na passivo, ocorre a extensão total da perna e o movimento se dá de cima para baixo. Não deve-se esquecer que uma boa força abdominal também auxilia o nadador de Costas a manter o quadril elevado na linha da água.
Os braços executam movimentos de rotação alternados e diferenciados. Na Pegada, o braço entra totalmente extendido bem à frente da cabeça, na linha do ombro, a palma da mão voltada para fora entrando na água primeiramente com o dedo mínimo para uma melhor posição hidrodinâmica. A Puxada, tem o padrão de um "S" alongado, iniciando após a entrada da mão na água a mais ou menos uns 20cm da superfície. A elevação do ombro contrário a braçada, auxilia a mão a afundar. Caso o nadador não afunde a mão, realizará o movimento na maior distância e empurrando a mesma água, contrariando o Princípio de Bernoulli. Após afundar a mão o nadador movimenta a mão para lateral ou ligeiramente para cima, empurrando a água para trás e para baixo aproximando-se do corpo na altura do quadril, mantendo o cotovelo baixo e acelerando o movimento, com o auxílio do ombro. A Finalização, ocorre quando da extensão total do braço próximo ao corpo, ao lado da coxa, com a palma da mão voltada para o fundo da piscina empurrando a água para baixo (força de sustentação - objetivando elevar mais os quadris), com ligeira rotação do corpo. Inicia-se a fase de Recuperação, dando ênfase na elevação do ombro. O polegar é o primeiro a romper a linha da água, onde o braço encontra-se estendido, porém relaxado. Executa-se um movimento de rotação do braço (foto acima) e na altura da cabeça, a mão realiza um giro para que o braço entre estendido no prolongamento do ombro e com o dedo mínimo primeiro (Pegada).
"UMA PERNADA FORTE, A CABEÇA FIXA E O ROLAMENTO DOS OMBROS ACOMPANHANDO OS BRAÇOS SÃO A "CHAVE" DO SUCESSO NO NADO COSTAS"
Rodrigo do Herval Felipe
Rodrigo do Herval Felipe
Análise Competitiva
Os competidores devem alinhar-se na água, de frente para a cabeceira de saída, com abas as mãos colocadas nos suportes de agarre. Os pés, inclusive os dedos, devem ficar sob a superfície da água. Manter-se na calha ou dobrar os dedos sobre a borda da calha é proibido.
Ao sinal de partida e quando virar, o nadador deve dar impulso e nadar de costas durante o percurso, exceto quando executa a volta.
A posição normal de costas pode incluir um movimento rotacional do corpo até, mas não ultrapassando os 90 graus.
A posição da cabeça não é relevante.
Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso, exceto quando é permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e por uma distância não maior que 15 metros após a saída e em cada volta (foto ao lado). Neste ponto a cabeça tem que quebrar a superfície.
Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito após o que uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar a volta. Quando o corpo tiver deixado a posição de costas, não pode haver mais pernada ou braçada que seja independente da ação continua de volta. O nadador tem que retornar a posição de costas após deixar a parede.
Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo do nadador.
Quando no final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas.
Ao sinal de partida e quando virar, o nadador deve dar impulso e nadar de costas durante o percurso, exceto quando executa a volta.
A posição normal de costas pode incluir um movimento rotacional do corpo até, mas não ultrapassando os 90 graus.
A posição da cabeça não é relevante.
Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso, exceto quando é permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e por uma distância não maior que 15 metros após a saída e em cada volta (foto ao lado). Neste ponto a cabeça tem que quebrar a superfície.
Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito após o que uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada podem ser usadas para iniciar a volta. Quando o corpo tiver deixado a posição de costas, não pode haver mais pernada ou braçada que seja independente da ação continua de volta. O nadador tem que retornar a posição de costas após deixar a parede.
Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo do nadador.
Quando no final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas.
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Érica Saraiva
Personal Trainer
Cel. 8765-8921

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